CIVITAS OS · Camada soberana

Gêmeo Digital & Grafo de Conhecimento do Estado

A arquitetura da representação viva do Estado — uma camada de inteligência ACIMA dos sistemas que o governo já possui. Está pronta e honesta: cada domínio e cada entidade abrem “aguardando integração” e ganham vida quando as fontes oficiais forem conectadas. Nada aqui é dado fictício.

O Gêmeo Digital é a sala de guerra do governante: um espelho vivo do Estado onde é possível ver o presente, reviver o passado e simular o futuro de uma decisão — antes de tomá-la no mundo real.

Camadas do Gêmeo Digital

Cinco camadas que, juntas, permitem ver o presente, reviver o passado e simular o futuro.

Camada física / territorial

O espelho geográfico do Estado — territórios, ativos e unidades posicionados no mapa oficial.

Onde está cada recurso e cada demanda do Estado?

Camada semântica

O Grafo de Conhecimento aplicado — entidades e relações que dão significado ao que o mapa mostra.

Como tudo se conecta — quem responde pelo quê, sob qual lei?

Camada de estado atual

O pulso do Estado agora — indicadores e ocorrências vivas, com fonte, hora e confiança.

O que está acontecendo neste momento?

Camada temporal

A linha do tempo — permite reviver o passado (replay) e comparar a evolução de qualquer indicador.

O que mudou, e desde quando?

Camada de simulação

O laboratório de decisões — projeta o efeito de uma escolha ANTES de executá-la, sobre a estrutura real do Estado.

O que acontece se eu decidir isto?

Domínios espelhados

O gêmeo nasce multi-domínio: pronto para todo o Estado. A Segurança Pública (CIVITAS Sentinel) é o primeiro domínio.

Segurança Pública

Aguardando integração

Ocorrências, efetivo, frota, videomonitoramento e territórios de risco — o primeiro domínio (CIVITAS Sentinel).

Mobilidade & Trânsito

Aguardando integração

Fluxos, frota, semáforos, obras viárias e tempos de deslocamento.

Saúde

Aguardando integração

Rede assistencial, leitos, filas, urgências e cobertura territorial.

Educação

Aguardando integração

Rede escolar, matrículas, frequência, infraestrutura e resultados.

Fazenda & Orçamento

Aguardando integração

Receita, execução orçamentária, contratos e programas.

Assistência Social

Aguardando integração

Programas, benefícios, cobertura e vulnerabilidade territorial.

Defesa Civil & Ambiente

Aguardando integração

Riscos climáticos, desastres, alertas e áreas vulneráveis.

Capacidades de simulação

A fronteira do CIVITAS: decidir antes de agir, sobre a estrutura real do Estado.

Simulação de cenário

Aguardando integração

Testar uma decisão (realocar efetivo, abrir leitos, mudar rota) sobre a estrutura real e ver o efeito projetado.

Replay temporal

Aguardando integração

Reviver como o Estado estava em qualquer data para entender a origem de um problema.

Projeção de tendência

Aguardando integração

Estender séries históricas para antecipar demanda e risco — com intervalo de confiança explícito.

Impacto intersetorial

Aguardando integração

Ver como uma decisão em um domínio afeta os demais — segurança que puxa saúde, obra que puxa mobilidade.

Ontologia soberana

Grafo de Conhecimento do Estado

O Grafo de Conhecimento é a memória semântica do Estado: transforma dados dispersos em relações com significado, para que cada decisão veja o contexto inteiro — quem, onde, com o quê, sob qual lei e com qual resultado.

Entidades da ontologia

Os tipos de nó que estruturam o conhecimento do Estado — institucionais, territoriais e de serviço. Nunca indivíduos para vigilância.

Órgão / Unidade

Público

Estruturas institucionais do Estado — secretarias, autarquias, batalhões, delegacias, unidades de saúde e ensino, empresas públicas.

Fontes típicas: Cadastro institucional · Organograma do Estado · SIG estadual

Aguardando integração

Território

Público

Recortes geográficos oficiais — Estado, regiões, municípios, distritos, bairros, áreas integradas de segurança e microrregiões de planejamento.

Fontes típicas: Malha oficial (IBGE) · Divisão administrativa estadual

Aguardando integração

Ativo Público

Restrito

Recursos físicos e operacionais do Estado — viaturas, câmeras, drones, ambulâncias, escolas, obras, frota e equipamentos.

Fontes típicas: Gestão de frota · Videomonitoramento · Patrimônio · Obras

Aguardando integração

Ocorrência / Evento

Reservado

Fatos registrados no tempo e no espaço — chamados 190/193, boletins, atendimentos, eventos de trânsito, desastres e demandas de serviço.

Fontes típicas: CIOSP · Estatística criminal · Defesa Civil · Ouvidoria

Aguardando integração

Serviço Público

Restrito

Serviços prestados ao cidadão — matrícula, consulta, licença, benefício, atendimento. Modelados como capacidade e demanda, nunca como vigilância individual.

Fontes típicas: Sistemas setoriais · Portal de serviços · Protocolo

Aguardando integração

Indicador

Público

Métricas oficiais que medem o desempenho do Estado — taxas, tempos de resposta, cobertura, execução orçamentária, filas.

Fontes típicas: Painéis oficiais · Séries históricas · Sistemas setoriais

Aguardando integração

Norma / Base Legal

Público

Leis, decretos, portarias, planos e metas que regem a ação do Estado — o vínculo entre a decisão e sua base legal.

Fontes típicas: Diário oficial · Base normativa · Planejamento estratégico

Aguardando integração

Contrato / Convênio

Público

Instrumentos de execução — contratos, convênios, empenhos e parcerias, com valor, vigência e objeto.

Fontes típicas: Sistema de contratos · Portal da transparência · Financeiro

Aguardando integração

Pessoa Jurídica

Público

Empresas e entidades que se relacionam com o Estado como fornecedores, parceiros ou regulados. NUNCA pessoas físicas para fins de vigilância.

Fontes típicas: Cadastro de fornecedores · Base de contratos

Aguardando integração

Programa / Política

Público

Programas e políticas públicas que agregam serviços, metas e orçamento em torno de um objetivo de governo.

Fontes típicas: Planejamento · Orçamento por programa

Aguardando integração

Relações entre entidades

As arestas que dão contexto: quem atua onde, quem atende o quê, sob qual norma e com qual resultado.

orgaoatua emterritorioVincula cada órgão à sua área de responsabilidade territorial.
ativoestá alocado emterritorioOnde está cada recurso público — base para cobertura e resposta.
ocorrenciaocorre emterritorioGeorreferencia fatos para leitura territorial de risco e demanda.
orgaoatendeocorrenciaLiga a resposta institucional a cada evento registrado.
servicoé medido porindicadorConecta a prestação de serviço ao indicador que a avalia.
programafinanciacontratoMostra como o orçamento de um programa se converte em execução.
normaregeprogramaAncora cada política pública na sua base legal.
contratoé executado porpessoa-juridicaVincula o instrumento ao responsável por entregá-lo.

Governança da ontologia

Fonte única de verdade

Cada nó nasce de uma fonte oficial nomeada. O grafo não inventa entidades — ele unifica o que já existe nos sistemas do Estado.

Explicabilidade

Toda relação é rastreável: de onde veio, quando foi atualizada e com que confiança. Nenhuma ligação é uma caixa-preta.

Classificação de acesso

Cada nó e relação carrega classificação (público, restrito, reservado, sigiloso). O acesso respeita o perfil e a base legal.

Sem vigilância de indivíduos

A ontologia é institucional, territorial e de serviço. Não modela pessoas físicas para vigilância — responde às críticas históricas dos centros de fusão.

Sincronização & honestidade dos dados

O Gêmeo Digital reflete o Estado apenas na medida em que as fontes oficiais estiverem conectadas por tenant. Enquanto uma fonte não é integrada, o domínio correspondente permanece explicitamente 'aguardando integração' — nunca preenchido com dados fictícios.

  • Cada domínio só é marcado 'conectado' quando a fonte oficial correspondente estiver realmente integrada.
  • Toda leitura exibe fonte, hora da última atualização e nível de confiança.
  • Simulações são identificadas como cenários — jamais confundidas com o estado real.
  • Isolamento multi-tenant: o gêmeo de um Estado nunca compartilha dados com outro.

CIVITAS OS — arquitetura soberana. Construir a estrutura não significa ter os dados: cada camada declara honestamente seu estado de integração.